Um Filme Dentro do Filme – Produção


A experiência de se fazer um filme tem diferentes significados para cada pessoa que participa daquele momento mágico quando o diretor diz “ação”. É como se o tempo subjetivo de cada um parasse e desse lugar para um tempo coletivo simbólico.  

Simbólico, porque, mesmo vendo os atores atuarem na “realidade”, estamos vendo-os “esteticamente” e não, digamos, como um evento normal do dia-a-dia.
Embora cada um no set esteja cuidando de uma tarefa, o faz para que ela contribua para um efeito geral imaginário que se supõe que existirá um dia como narrativa. Este “fenômeno” estranho se multiplica quando as filmagens se dão contra fundos abstratos, como no caso do chroma key.

No momento do corte da ação, toda aquela concentração se fragmenta, como se estátuas começassem a se mexer, uma para cada lado. Falas e sons ambientes distraem-nos. Voltamos à “realidade”.
Muitos clássicos do cinema exploraram esta sensação, um dos mais notáveis deles sendo o filme “A Noite Americana” (1973), de François Truffaut. A idéia de se fazer uma obra sobre o processo de realização de uma obra tem origens anteriores ao cinema e usos estéticos os mais variados, como no caso dos filmes “Dirigindo no Escuro”, de Woody Allen, e “Ensaio de Orquestra”, de Fellini.

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