Making Of do “Sorriso Amarelo”

Se você está curioso pra saber como funciona o dia de gravação no nosso Curso de Produção em Vídeo olha aí o making of do “Sorriso Amarelo”.

Deu pra ver que os alunos fazem tudo! Filmam, desenham o storyboard, direção de cena, direção de fotografia, vão atrás das locações, produzem figurino… Até arranjam sangue de verdadeA gente só ensina como fazer e empresta os equipamentos que forem necessários!

Sem brincadeira, o dia de produção é uma loucura. Correria pra todos os lados, cansativo… Mas no final o resultado vale a pena. E falando nisso, para lembrar, “Sorriso Amarelo

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Os 10 Maiores Mestres do Horror no Cinema – Parte 02

9. David Cronenberg

David Cronenberg. É um autêntico auteur de uma espécie de “cinema sci-fi de horror absurdo”. É um David Lynch do terror. Seu filme mais memorável é “A Mosca”, de 1986, o melhor filme de Jeff Goldblum. Um cientista prepara o teste de seu teletransportador… mas uma mosca entra junto da máquina. O teste é um sucesso, mas os genes das duas espécies se misturaram pelo caminho…

Em “Videodrome”, a história é ainda mais bizarra. James Woods é o dono de uma pequena emissora de televisão a cabo que capta imagens de uma sessão de tortura, em que apareciam pessoas torturadas e mortas. Ele descobre que esta transmissão chamava-se Videodrome, que na verdade é muito mais que um mórbido programa de televisão e sim uma experiência que usa as transmissões regulares de televisão para alterar permanentemente as percepções de quem as vê, causando danos no cérebro e alucinações.

Em “Scanners, Sua Mente Pode Destruir”, os scanners são membros de um exército de ovnis com extraordinários poderes telecinéticos e mentais que preparam a derrubada do governo estadunidense e, a partir daí, a dominação mundial. O governo, para os combater, começa a contratar os seus próprios scanners, através de lavagens cerebrais e “conversões” forçadas…

8. Clive Barker

Clive Barker. Um gênio. Diretor, roteirista, escritor, pintor… faz cinema, teatro, gibis, literatura, artes plásticas e videogame… Seu filme mais profundo é Hellraiser, “aquele do cara cheio de prego na cabeça”.

Mas o filme é muito mais do que isso. Conta a história de um homem, Frank Cotton, que compra uma antiga relíquia em forma de cubo, conhecida como a “Configuração do Lamento”. Segundo a lenda, este cubo é capaz de abrir uma passagem para um reino de prazer sexual inimaginável. Em troca do prazer, o cubo exige a alma do usuário. Assim que Frank resolve o quebra-cabeça e abre o cubo, ele entra em uma outra dimensão povoada pelos Cenobitas, criaturas deformadas, que sentem prazer na dor. “Estou no Inferno! Ajude-Me!”, escreve com o próprio sangue.

Continua…

Perdeu a parte 01? Lê aqui.

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Comic-Con – Será que alguém vai?!


O New York Times publicou um artigo dizendo que os grandes estúdios Warner Bros., Disney, Dreamworks e The Weinstein Company não vão atender ao Comic-Con esse ano. Além disso, a própria Marvel se diz estar em cima do muro sobre ir ou não. Estranho, já que é o COMIC-CON, né?

Se isso tudo for verdade, não teremos nada sobre filmes como The Dark Knight RisesSupermanJohn Carter of Mars e The Avengers (que era o “huge deal” desse ano) entre vários outros. De acordo com esse mesmo artigo, o principal argumento dos estúdios se baseia no buzz negativo criado na web pelos fãs descontentes: “eles podem instantaneamente azedar um filme se não gostam do que vêem, deixando uma bagunça para os times de publicidade por meses”.

Estúdios que foram queimados no Comic-Con (de acordo com eles mesmos) e seus filmes:
Warner Bros com Sucker Punch
Universal Pictures com Scott Pilgrim Vs. The World
Disney com Tron: Legacy

E aí, considerando que:
1. Um filme bom não deixa de ser bom por conta do que falam e o mesmo vale para os ruins.
2. Hoje em dia qualquer pessoa pode postar qualquer coisa e viralizar.

Vocês acham que o Comic-Con por si só tem o poder de destruir um filme a ponto de os grandes estúdios o evitarem?

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Novo filme da Disney “Wreck-It Ralph”

A Disney anunciou seu novo projeto em 3D CG. Se chamará Wreck-It Ralph. É uma comédia-aventura, será dirigida por Rich Moore (Os Simpsons) e contará com as vozes de John C. Reilly, Sarah Silverman, Jack McBrayer e Jane Lynch. Como esperado da Disney, o filme parece bem engraçado: conta a história de um vilão de jogo arcade determinado a provar que consegue ser um herói.

John C. Reilly, Sarah Silverman, Jack McBrayer e Jane Lynch

Wreck-It Ralph (Reilly) quer ser amado, como o herói do jogo, Fix-It Felix (McBrayer). Acontece que ninguém ama o malvadão! Então, quando um jogo moderno de tiro em primeira pessoa chega, Ralph vê sua oportunidade: ele entra de fininho no novo jogo com o plano de ganhar uma medalha! Claro que ele logo estraga tudo e acidentalmente liberta um inimigo mortal que ameaça a paz entre os jogos arcade. A esperança do Ralph: Vanellope von Schweetz (Silverman), uma jovem aprontadora que cria bugs em um joguinho de carros pode ensiná-lo a ser um mocinho. Será?

Moore sobre o filme: “Eu amo a ideia de um videogame de 8-bit lutar com questões como ‘Não tem mais nada na vida além do papel para o qual eu fui designado?’”.

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Os 10 Maiores Mestres do Horror no Cinema – Parte 01

Os cânones de hoje são do gênero Horror. Que diretores, que artistas do cinema devemos nos lembrar quando pensamos na arte do medo, da manipulação de nossos instintos mais violentos e sádicos? Que filmografias merecem ser vistas?

 Na natureza, nem os animais são tão fragmentados em suas almas ao ponto de serem tão malignos como os humanos são – eles sequer são capazes de conceber o poder e o domínio sobre o outro de forma tão fria e vazia de sentido como nós fazemos. E ainda ser capaz de se divertir com isso…

 A seguir, 10 pessoas que instigaram nossa imaginação pelo medo e pelo estômago, criando filmes e personagens inesquecíveis. Muitos outros nomes poderiam constar aqui, como James Whale, diretor do “Frankenstein” de 1931, ou William Friedkin, de “O Exorcista”… mesmo Stanley Kubrick com seu “O Iluminado” não consta da lista. Mas eis que estes não eram especialistas no gênero, como o são…

10. Tod Browning

Tod Browning. Seu trabalho mais famoso é o “Drácula”, de 1931, com Bela Lugosi, que, recentemente, ganhou nova trilha de Philip Glass, confira no youtube cenas do espetáculo.

Mas também foi diretor do canônico “Freaks”, de 1932 – um filme impossível de se fazer nos dias de hoje. Ele utilizou uma variedade de deficientes físicos e mentais graves como atores, desde um homem sem braços e pernas até um cara só com a metade do corpo. Tão inacreditável que a primeira vez que ouvi falar do filme foi através de estudantes de medicina que assistiram ao filme na faculdade.

 Também é o responsável por um dos maiores filmes perdidos da história do cinema: “Londres depois da Meia-Noite”, de 1927, com Lon Chaney. Chaney foi um dos maiores atores do cinema mudo e fez vários trabalhos com Browning, como o aterrador “O Monstro do Circo”, também de 1927.

Continua…

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Asteroids – O filme?!

Lembra daquele jogo Asteroids? Dois anos atrás a Universal ganhou os direitos para fazer um filme sobre ele. E agora, parece que vai sair!

O roteiro é de Matt Lopez e se passa em um mundo pós-apocalíptico. A Terra foi destruída e os humanos vivem em colônias junto a aliens de outras galáxias. Ah, e esses humanos foram salvos por esses aliens. Mas no final das contas, quem destruiu a Terra… foram esses mesmos aliens! Lopez também é o roteirista por trás de “A montanha enfeitiçada” e “Aprendiz de Feiticeiro”. Acho que isso explica porque “Asteriods” soa tão boboca.

Envolvido nesse projeto também está Roland Emmerich, produtor de “O dia depois de amanhã”, “Independence Day”, “Godzilla” e “2012”. Acho que a gente pode assumir que depois de destruir a Terra tantas vezes nesses filmes, ele iria querer fazer um onde ela já se foi, né?

Alguém ficou ansioso pra ver?

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A Hybris por Trás de Todas as Histórias, Parte I


A HYBRIS

Hybris ou hubris (no original, ὕϐρις, “hýbris”) é um conceito grego que pode ser traduzido como “tudo o que passa da medida, descomedimento”. De tal maneira que aquilo que perde sua harmonia acaba entrando em conflito – eis o fundamento de qualquer história.
Tradicionalmente, da tragédia grega até os dias de hoje, hybris alude a uma confiança excessiva, um orgulho exagerado, presunção, arrogância ou insolência (originalmente era contra os deuses), que com frequência termina sendo punida. O ser humano que comete húbris é aquele culpável de desejar mais do que aquilo que lhe foi concedido pelo destino. O castigo para a húbris é a nêmesis, que tem como efeito fazer o indivíduo retornar aos limites que transgrediu, na tragédia – ou superá-lo, no drama.

1. HOMEM VS. NATUREZA

Esquece-se o Ser Humano que sua Cultura também é Natureza, que ela está dentro do Universo e que também é uma subcriação deste. Insistir neste conflito é, na melhor das hipóteses, uma ilusão racionalista, e, na pior, uma hybris, uma “tentação” de domesticar a realidade à sua volta. O homem é tão “parte” deste “todo” que todo o sentido de “medida”, “equilíbrio” e “harmonia” serve tanto para descrever sua saúde e a qualidade de um ecossistema, como a relação entre notas musicais ou a engenharia de uma obra. Da sua vontade de poder, contudo, surgirá o conflito e, deste, o filme.

“Homem Vs. Natureza” é o primeiro tema da série “A Hybris por Trás de Todas as Histórias” – um estudo sobre os fundamentos do storytelling, a arte da narrativa.

E nos acompanha!

    

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